Da cidade para o campo em busca de uma cerveja

Bom, pra variar até mesmo um cervejinha vira motivo pra uma caminhada. Com nós não havíamos planejado nenhuma viagem, no sábado a noite o Ademar sugeriu um trecho de mais ou menos 1:30h saindo do centro da cidade de Hortolândia até uma um pesqueiro que fica em uma zona rural.

Acordei bem cedo e ao sair de casa me deparei com 2 maritacas.  Imaginei que o dia estaria mesmo propício para uma caminhada em zona rural.

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As 7:00hr passei na casa dele e juntos fomos pegar o Mascarenhas pra nos acompanhar.

Ademar e seu inseparável chapéu

Ademar e seu inseparável chapéu

Tudo parecia uma simples caminhada num domingo de manhã, não fosse a sugestão do Mascarenhas de alterar o caminho que nós tínhamos pensado.

A ideia era margear a cidade até um ponto onde atravessaríamos pela rodovia dos Bandeirantes para acessar uma estrada de terra em direção ao pesqueiro. Um caminho que normalmente duraria 1:15hr.

Em determinado trecho da cidade passamos por uma avenida recém inaugurada que dá acesso a um condomínio e termina na cerca de uma fazenda. O Mascarenhas sugeriu pegarmos essa direção e cruzar o caminho por dentro da fazenda.

O caminho planejado e o desvio que tomamos

O caminho planejado e o desvio que fizemos

Já estávamos saindo da cidade (Ademar e Mascarenhas)

Depois de algum tempo entramos numa pequena trilha que margeava um lago. Ao final deste caminho encontramos um fenda feita por uma erosão para dar vazão ao lago. Tentamos atravessar por ela mas não deu, fomos então tentar atravessar pela outra margem do lago, também não conseguimos.

Se a gente se perder nós podemos fazer que nem os cavaleiros que nós encontramos na serra do Japi: comentamos que o nosso GPS não estava funcionando e um deles de cima do cavalo falou: que GPS que nada, faz que nem a gente: vai jogando latinha de skol pelo caminho e na volta sê vem catando !  (Ademar)   

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Bom, retornando encontramos 3 pessoas que haviam ido até lá para buscar limão taiti. Descobrimos que numa das margens do lago existe uma plantação de limoeiros.  Ficamos ali com o Sr. Antônio conversando sobre a região. Ele cuida da lavoura da fazenda que pretendíamos usar pra cortar o caminho.  Pernambucano radicado “no mundo” como ele mesmo disse, conserva um sotaque todo peculiar que nem precisava contar seu estado de origem. A melhor dica do “seu Antônio” foi que se  nós conseguíssemos ultrapassar o lago, íamos atravessar uma pequena parte de reserva onde existem muitos enxames de abelhas. ” Valeu pela dica “seu Antônio”. Pé no caminho de volta ao roteiro original.

Andamos por mais uma hora e pouco até acessarmos  a estrada para o pesqueiro. Até que enfim a sonhada cervejinha de domingo que demorou quase 4 horas pra gente beber.
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Mascarenhas (esq) e Ademar (dir)

Mascarenhas (esq) e Ademar (dir)

4 comentários sobre “Da cidade para o campo em busca de uma cerveja

  1. Minha primeira visita ao site e comecei lendo “Da cidade para o campo em busca de uma cerveja” achei muito bom. Parabéns pelo site Sr. Galo, espero encontra-lo novamente em breve no Pata de Leão para uma cervejinha e mais uma ótima conversa.

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  2. Que legal!!! Estou orgulhosa de vçs!!! porém diga ao Ademar que, latinhas de cerveja vazia vale dinheiro, vai que aparece algum catador! rsrsrs

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